Quarta-feira, Julho 02, 2008

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DIREITO A COMENTAR



A autora de um blog (aí ao lado) escreveu um post o qual decidi comentar. Comentário esse que passo a transcrever.


Se alguma dúvida ainda insistia em permanecer agora caiu a ficha da certeza. Tens aqui o teu auto-retrato feito na perfeição.
Foi preciso 15 anos para te revelares. Podias tê-lo feito mais cedo, mas agora percebo que não te convinha. Não me arrependo de nada que fiz no passado, na altura achei que o devia fazer e estive lá. HOJE, quero que fique explícito para não haver dúvidas futuras que, nada voltava a fazer nem estaria lá. Nem por ti, nem por terceiros. És baixa, para mim e para todos os que te rodeiam, cometes traições para quem ainda te toma como amiga, cospes no prato em que várias vezes comeste e viras a cara a quem já pediste auxílio. Acho que não preciso revelar mais, pois não?
De qualquer maneira, agradeço a lição e os dois sulcos que me deixaste. Eles ficarão para sempre comigo para não me esquecer que na vida é preciso ter atenção aos que de nós se aproximam.

Esqueci de confirmar. Sim, a carapuça serviu-me. Não directamente, mas indirectamente. Directamente também nunca o terias coragem de fazer porque, lá está, a cobra peçonhenta esconde-se atrás de uma aparência agradável para poder premeditar as armadilhas. Que foi o que aconteceu!


Mary



Por escrever a verdade, a autora, decidi-o apagá-lo e passar então a fazer uma selecção de comentários.
Ora, como infelizmente, conheço a pessoa em questão e sei de toda a história não deixei de sentir que o post era, em parte, para me atingir.
Podia não me ter identificado, mas sinceramente não faz o meu género. Quem me conhece sabe que prefiro que me digam o que acham na cara e não, que o andem a fazer por trás.

Só que a verdade doí, não é!?




 
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